Xavier

Xavier

Biografia

Jeffersson Xavier, 1985, é natural de Marabá (PA), vive e trabalha na cidade de Macapá desde 2005. Autodidata, desde os 15 anos participou de mostras artísticas na escola com os retratos e caricaturas que criava. Estudou artes plásticas na Escola de Artes Cândido Portinari e Artes Visuais da Universidade Federal do Amapá. É integrante do grupo Imazônia, onde participou de pesquisas visuais, exposições coletivas, feiras, eventos e ações culturais e educativas.

Obras

Canal da Mendonça Junior, 1950 | 2011 | Acrílica sobre tela | 90 cm x 60 cm 

A pintura retrata um período histórico em que a cidade de Macapá estava passando por desenvolvimento econômico e social, impulsionado principalmente pela exploração de recursos naturais, como a borracha e a pesca. O canal da Mendonça Júnior desempenhava um papel crucial no transporte de mercadorias e pessoas, facilitando o comércio e o movimento de bens entre as comunidades ribeirinhas e a cidade.
Canal da Mendonça Junior, 1950 | 2011 | Acrílica sobre tela | 90 cm x 60 cm A pintura retrata um período histórico em que a cidade de Macapá estava passando por desenvolvimento econômico e social, impulsionado principalmente pela exploração de recursos naturais, como a borracha e a pesca. O canal da Mendonça Júnior desempenhava um papel crucial no transporte de mercadorias e pessoas, facilitando o comércio e o movimento de bens entre as comunidades ribeirinhas e a cidade.
Quem pode salvar o planeta? | 2025 | Acrílica sobre tela| 90 cm x 60 cm  

A pintura retrata um pai segurando seu filho nos braços enquanto ele agoniza. O rosto do pai está marcado pela dor e pela angústia, seus olhos expressam uma mistura de tristeza e desespero diante da violência que os cerca. O filho parece frágil e vulnerável, sem ferimentos visíveis, porém a palidez da morte se instala em seu rosto. O cenário ao redor está em tumulto, com destroços e fumaça, refletindo o horror dos impactos ambientais. Apesar do caos, a figura do pai permanece como um símbolo de amor e proteção, destacando a humanidade em meio à brutalidade. A pintura evoca uma profunda reflexão sobre o impacto devastador que a degradação tem em todo o planeta, e mostra a fragilidade do ser humano diante desta realidade.
Quem pode salvar o planeta? | 2025 | Acrílica sobre tela| 90 cm x 60 cm A pintura retrata um pai segurando seu filho nos braços enquanto ele agoniza. O rosto do pai está marcado pela dor e pela angústia, seus olhos expressam uma mistura de tristeza e desespero diante da violência que os cerca. O filho parece frágil e vulnerável, sem ferimentos visíveis, porém a palidez da morte se instala em seu rosto. O cenário ao redor está em tumulto, com destroços e fumaça, refletindo o horror dos impactos ambientais. Apesar do caos, a figura do pai permanece como um símbolo de amor e proteção, destacando a humanidade em meio à brutalidade. A pintura evoca uma profunda reflexão sobre o impacto devastador que a degradação tem em todo o planeta, e mostra a fragilidade do ser humano diante desta realidade.