Leila Silva

Leila Silva

Biografia

Nascida em Macapá, 1967, começou no artesanato com iniciação em pintura em tecido aos quinze anos (1982). Participa desde 2018 do Instituto de poéticas Visuais da Amazônia – IMAZÔNIA,

Tem na ECOARTE uma proposta estética pautada no compromisso social da arte com as questões ambientais. A primeira exposição com o coletivo Imazônia foi no espaço do IPHAN AP, com o título: Poética Herança Africana. Participou de outras exposições e atividades artísticas junto ao coletivo IMAZÔNIA, participando de 15 exposições coletivas, além de 2 individuais.

Em 2020, a Exposição Cores, vivências e formas; Em 2022, a exposição coletiva Fragmentos do Amapá e a exposição “Aonde tu vai rapaz, por esse caminho sozinho?”. Em 2024 integrou um coletivo de mulheres com a exposição coletiva Amazônia bela, na Galeria Antônio Munhoz/Sesc AP.

Obras

Cores do Amanhecer | 2024 | Acrílico sobre tela | 100 cm x 80 cm

Com pinceladas marcadas e um colorido intenso, a obra destaca a variação de cores que o amanhecer torna visível aos olhos, acalmando a mente, um mecanismo de oxigenação funcionando como uma preparação para mais um dia que se apresenta. As pinceladas expressivas e a mistura intensa de cores revelam uma natureza cheia de energia, sons, cheiros e presença. É uma imagem de contemplação, reconhece a natureza como casa, origem e continuidade.
Cores do Amanhecer | 2024 | Acrílico sobre tela | 100 cm x 80 cm Com pinceladas marcadas e um colorido intenso, a obra destaca a variação de cores que o amanhecer torna visível aos olhos, acalmando a mente, um mecanismo de oxigenação funcionando como uma preparação para mais um dia que se apresenta. As pinceladas expressivas e a mistura intensa de cores revelam uma natureza cheia de energia, sons, cheiros e presença. É uma imagem de contemplação, reconhece a natureza como casa, origem e continuidade.
Garras | 2024 | Acrílico sobre tela | 64 cm x 35 cm

A obra apresenta a onça-pintada como presença central e soberana da floresta. O animal ocupa quase todo o espaço da composição, com o olhar atento e a boca aberta, sugerindo o fundo verde, com árvores e sombras, situando o animal em seu ambiente natural. A onça aparece como símbolo diante das ameaças que atingem a floresta, como o desmatamento, a caça, a invasão de territórios e a destruição dos habitats naturais. lembra que a Amazônia não é apenas paisagem: é morada de seres vivos, território de equilíbrio e espaço de coexistência. Proteger a floresta é também proteger a presença, a força e o direito de existência desses animais.
Garras | 2024 | Acrílico sobre tela | 64 cm x 35 cm A obra apresenta a onça-pintada como presença central e soberana da floresta. O animal ocupa quase todo o espaço da composição, com o olhar atento e a boca aberta, sugerindo o fundo verde, com árvores e sombras, situando o animal em seu ambiente natural. A onça aparece como símbolo diante das ameaças que atingem a floresta, como o desmatamento, a caça, a invasão de territórios e a destruição dos habitats naturais. lembra que a Amazônia não é apenas paisagem: é morada de seres vivos, território de equilíbrio e espaço de coexistência. Proteger a floresta é também proteger a presença, a força e o direito de existência desses animais.