Nanna Brito

Nanna Brito

Biografia

Artista visual, coreógrafa, dançarina, performer e produtora cultural natural de Almerim (PA), reside em Macapá há duas décadas. Bacharel em Direito pela Faculdade Estácio de Macapá (SEAMA), é acadêmica de Educação Física da Universidade Federal do Amapá.

Atua na Associação Folclórica e Recreativa Raízes Culturais desde 2005, nas funções de coreógrafa (desde 2010), Miss Caipira (desde 2008), produção e direção. É co-fundadora e produtora cultural da CIA de Dança Raízes Culturais, a qual desenvolve projetos de divulgação e fortalecimento do folclore, lendas, tradições e danças populares da Amazônia brasileira.

É coreógrafa e dançarina do grupo de dança Movere in Dance, desde 2014. Atriz de teatro, desde 2011, participa de diversas produções teatrais junto ao grupo Imagem e Cia, e do grupo Encenarte Produções Artísticas, da qual é co-fundadora. É integrante e coreógrafa de Comissões de Frente de carnaval. Participou de vários grupos de danças populares: toada e bandas musicais, quadrilha junina, carnaval. Ministra oficinas teatrais de expressão corporal em projetos sociais e culturais no Amapá.

Obras

Cy metamorfoses| Performance (10 minutos)

A performance “Cy metamorfoses” reverencia a mãe da mata, um ser presente no imaginário em muitas comunidades ribeirinhas. Cy é a mãe de todos, de toda floresta e de tudo o que nela habita. É um santuário espiritual onde cada árvore, rio e criatura possui um significado profundo e uma conexão intrínseca sendo, portanto, parte dela. É a mãe velha, que traz as marcas do tempo, é o som do maracá e o estrondo da rasga mortalha corporificada no beija-flor brilho de fogo. São as várias transmutações, a espiritualidade, o tambor e os barulhos da floresta que convidam o espectador a entender a dor, a beleza e a resistência dos rios, pessoas, periferias e florestas
Cy metamorfoses| Performance (10 minutos) A performance “Cy metamorfoses” reverencia a mãe da mata, um ser presente no imaginário em muitas comunidades ribeirinhas. Cy é a mãe de todos, de toda floresta e de tudo o que nela habita. É um santuário espiritual onde cada árvore, rio e criatura possui um significado profundo e uma conexão intrínseca sendo, portanto, parte dela. É a mãe velha, que traz as marcas do tempo, é o som do maracá e o estrondo da rasga mortalha corporificada no beija-flor brilho de fogo. São as várias transmutações, a espiritualidade, o tambor e os barulhos da floresta que convidam o espectador a entender a dor, a beleza e a resistência dos rios, pessoas, periferias e florestas