Romulo Bispo

Romulo Bispo

Biografia

Iniciou suas experiências artísticas de forma autodidata, atuando em eventos com trabalhos de decorações, adquirindo novas habilidades de criações e confecções de brindes, barquinhos dentro de garrafas, luminárias em PVC, trabalhos com materiais rústicos, etc.

Aproximando-se de artistas que grafitavam, passou a desenvolver trabalhos nesta área e a ser conhecido com trabalhos informais de artes. Conheceu e ingressou no Instituto de poéticas visuais da Amazônia/IMAZONIA, iniciando pesquisas e desenvolvendo trabalhos com pirogravuras, aerografia e técnicas com lápis e aprimorando seus conhecimento com as artes, adotando como nome de profissão R. Bispo.

Obras

O ladrão do Marabaixo | 2021| Instalação  - Entalhe em madeira| 100 x 100 cm 

Em madeira, de aspecto rústico, destaca uma caixa de marabaixo como base de sustentação. A partir dela o tocador a dançadeira e o cantador de ladrões, são partes inseparáveis de um conjunto que unificado dá vida a uma das maiores tradições populares do Estado do Amapá: O marabaixo.
A obra será apresentada como instalação escultórica de observação frontal, organizada em um núcleo expositivo próprio. A instalação se constrói pela presença dos objetos no espaço, pela relação entre madeira, tambor, cordas, imagem, luz e memória cultural, criando uma ambiência sensível em torno da obra. A composição cria uma experiência de memória e  ritmo, articulando imagem, objeto, som e ancestralidade.
O ladrão do Marabaixo | 2021| Instalação - Entalhe em madeira| 100 x 100 cm Em madeira, de aspecto rústico, destaca uma caixa de marabaixo como base de sustentação. A partir dela o tocador a dançadeira e o cantador de ladrões, são partes inseparáveis de um conjunto que unificado dá vida a uma das maiores tradições populares do Estado do Amapá: O marabaixo. A obra será apresentada como instalação escultórica de observação frontal, organizada em um núcleo expositivo próprio. A instalação se constrói pela presença dos objetos no espaço, pela relação entre madeira, tambor, cordas, imagem, luz e memória cultural, criando uma ambiência sensível em torno da obra. A composição cria uma experiência de memória e ritmo, articulando imagem, objeto, som e ancestralidade.
Mestres do Tambor| 2026 | Mestres do Tambor | Gravura-pirogravura | 172 x 123cm 

A imagem, construída em tons queimados sobre a madeira, valoriza a memória, o tempo presentes nos corpos, nos gestos e no som que o tambor anuncia. Os personagens resguardam um saber coletivo. Seus rostos expressivos, seus chapéus, roupas simples e pés descalços evidenciam uma ligação profunda com a terra, com a comunidade e com os modos de vida tradicionais. O tambor, no centro da composição, torna-se mais instrumento: é voz, chamado, celebração e comunicação entre gerações.
Mestres do Tambor| 2026 | Mestres do Tambor | Gravura-pirogravura | 172 x 123cm A imagem, construída em tons queimados sobre a madeira, valoriza a memória, o tempo presentes nos corpos, nos gestos e no som que o tambor anuncia. Os personagens resguardam um saber coletivo. Seus rostos expressivos, seus chapéus, roupas simples e pés descalços evidenciam uma ligação profunda com a terra, com a comunidade e com os modos de vida tradicionais. O tambor, no centro da composição, torna-se mais instrumento: é voz, chamado, celebração e comunicação entre gerações.