Roque Brandão

Roque Brandão

Biografia

Roque Nascimento Brandão, nascido em Macapá (AP), é artista plástico que desenvolve trabalhos em desenho, ilustração científica, pintura em telas, esculturas, fotografia e eco-arte.
Premiado pela 1° edição do Salão do Artes Sebrae AP, em parceria com o Casa Cor, com a obra intitulada O Culto (2007). É vice-presidente e coordenador do Imazônia (Instituto de Poéticas Visuais da Amazônia), que tem como metodologia e filosofia de trabalho a eco-arte, o grupo já atuou com 35 exposições coletivas, além de exposições individuais.

Obras

Louvação | 2026 | técnica mista | 1,20 cm x 80 cm x 40 cm

A obra se inspira nos “ladrões do marabaixo”, cântico ancestral do povo afro-amapaense. A musicalidade e saudosismo da essência das tradições, fundamentos e preceitos dos mestres e mestras que, no toque das caixas de marabaixo, saúdam a Santíssima Trindade dos inocentes e do Divino Espírito Santo. A escultórica e o uso da madeira, valoriza o corpo em movimento, o canto e o gesto como expressões de cultural, reafirma o Marabaixo como patrimônio vivo, onde música, devoção, memória e identidade afro-amapaense permanecem através das gerações.
Louvação | 2026 | técnica mista | 1,20 cm x 80 cm x 40 cm A obra se inspira nos “ladrões do marabaixo”, cântico ancestral do povo afro-amapaense. A musicalidade e saudosismo da essência das tradições, fundamentos e preceitos dos mestres e mestras que, no toque das caixas de marabaixo, saúdam a Santíssima Trindade dos inocentes e do Divino Espírito Santo. A escultórica e o uso da madeira, valoriza o corpo em movimento, o canto e o gesto como expressões de cultural, reafirma o Marabaixo como patrimônio vivo, onde música, devoção, memória e identidade afro-amapaense permanecem através das gerações.
Curumin | 2026 | técnica mista -  Acrílica e madeira sobre tela | 120 cm x 80 cm 

Baseada no afeto e na cosmovisão dos povos originários da Amazônia, a obra retrata uma criança indígena em um abraço de despedida daquilo que pode sumir nos próximos anos: a floresta, a humanidade e todas as formas de vida. O gesto do abraço revela cuidado e dor. A criança não se despede apenas de uma árvore, mas de um mundo inteiro ameaçado pela destruição ambiental. A obra denuncia, com delicadeza e força, a urgência de proteger a vida e os territórios que sustentam a existência.
Curumin | 2026 | técnica mista - Acrílica e madeira sobre tela | 120 cm x 80 cm Baseada no afeto e na cosmovisão dos povos originários da Amazônia, a obra retrata uma criança indígena em um abraço de despedida daquilo que pode sumir nos próximos anos: a floresta, a humanidade e todas as formas de vida. O gesto do abraço revela cuidado e dor. A criança não se despede apenas de uma árvore, mas de um mundo inteiro ameaçado pela destruição ambiental. A obra denuncia, com delicadeza e força, a urgência de proteger a vida e os territórios que sustentam a existência.