Suzy Aguiar

Suzy Aguiar

Biografia

Natural de Macapá, é técnica em agente de cooperativismo formada pelo IFAP Santana. Participa desde 2012 do Instituto de poéticas Visuais da Amazônia – Imazônia. Tem na Arte Ecológica uma proposta estética pautada no compromisso social da arte com as questões ambientais. A primeira exposição com o coletivo Imazônia foi no espaço do IPHAN AP, com o título: Poética Herança Africana. Participou de outras exposições e atividades artísticas junto ao coletivo Imazônia:

Em 2020, a Exposição Cores, vivências e formas; Em 2022, a exposição coletiva Fragmentos do Amapá e a exposição “Aonde tu vai rapaz, por esse caminho sozinho?”. Em 2024 integrou um coletivo de mulheres com a exposição coletiva Amazônia bela, na Galeria Antônio Munhoz/Sesc AP.

Obras

Iemanjá e seus encantos | 2024 | Acrílica e lápis de cor | 53 cm x 38 cm

A obra se inspira na religiosidade afro-brasileira, a orixá Iemanjá é retratada sobre ondas, encantando os peixes à sua volta. É mostrado seu simbolismo como força da natureza, representando a força das águas, sua biodiversidade aquática e misticismo.
Iemanjá e seus encantos | 2024 | Acrílica e lápis de cor | 53 cm x 38 cm A obra se inspira na religiosidade afro-brasileira, a orixá Iemanjá é retratada sobre ondas, encantando os peixes à sua volta. É mostrado seu simbolismo como força da natureza, representando a força das águas, sua biodiversidade aquática e misticismo.
Ruínas da igreja marroquina em Mazagão | 2021 | Acrílica sobre tela | 78cm x 87 cm

Inspirada em fatos históricos da época do Brasil Colonial na região do Amapá, quando uma colônia portuguesa no Marrocos, na África, chamada Mazagão do Marrocos, hoje Al Jadida, foi desativada e transferida para a Amazônia brasileira. Os primeiros habitantes, aproximadamente 160 famílias, chegaram na região em 1769 à vila de Nova Mazagão, hoje Mazagão Velho, que foi fundada em 23 de janeiro de 1770 pelo rei de Portugal. Como memória histórica restaram apenas as ruínas da Igreja Construída pelos imigrantes na época em solo amapaense. 
A obra retrata as ruínas históricas da igreja marroquina no tempo da colonização portuguesa, momento histórico que influenciou nas tradições e cultura local.
Ruínas da igreja marroquina em Mazagão | 2021 | Acrílica sobre tela | 78cm x 87 cm Inspirada em fatos históricos da época do Brasil Colonial na região do Amapá, quando uma colônia portuguesa no Marrocos, na África, chamada Mazagão do Marrocos, hoje Al Jadida, foi desativada e transferida para a Amazônia brasileira. Os primeiros habitantes, aproximadamente 160 famílias, chegaram na região em 1769 à vila de Nova Mazagão, hoje Mazagão Velho, que foi fundada em 23 de janeiro de 1770 pelo rei de Portugal. Como memória histórica restaram apenas as ruínas da Igreja Construída pelos imigrantes na época em solo amapaense. A obra retrata as ruínas históricas da igreja marroquina no tempo da colonização portuguesa, momento histórico que influenciou nas tradições e cultura local.